No lugar onde nasci há um rio.
Como lembro do meu rio?
Largo e profundo
Águas frescas
Alguns trechos das margens
Cobertos por tapetes de seixos.
Ali tomávamos banho no verão,
Meu irmão, meus amigos.
Hoje, voltei.
As águas baixaram
Os seixos afloraram
E alargaram as margens,
Elas estreitaram as águas.
Ouvi dizer que as neves das montanhas
Estão desaparecendo
Não alimentam mais o rio.
Talvez, nem profundo seja mais.
O que o faz ainda meu rio?
A lembrança que tenho dele.

Que lindo, Maria Rosa!
ResponderExcluirBj
Oi querida amiga rosa....amei, mas ao começar a ler meu pensamento já vagou para dar um destino comparativo à vida como eu tanto gosto de fazer....hehehe..que bom ler e viajar...beijos mil
ResponderExcluirLa sua poesia è molto bella. La ringrazio per il commento sui miei dipinti. Per quanto riguarda il mio dipinto del Piave, l'autorizzo ad inserirlo sul suo blog.
ResponderExcluirAvrò così modo di venire a leggere, di tanto in tanto le sue poesie e i suoi interessanti racconti.
La mia e-mail è: menegaldoilario@alice.it i miei siti: www.artetre.it e http://it.youtube.com/menegaldoilario
http://menegaldoilario.blogspot.com .
Con i migliori saluti.
Ilario Menegaldo – Treviso - Italia
Muito significativo. Há, sim, um grande número de coisas que amamos principalmente por isso:
ResponderExcluiras marcas indeléveis que só a nossa lembrança conhece. Costumo repetir às pessoas queridas, histórias sobre o jardim de minha avó, mesmo sabendo que nada mais existe que lembre o velho chalé ou qualquer centímetro do terreno. Teu rio veio acordar minhas memórias. Obrigada!