Palavras,
palavras, palavras
fogem de mim.
Sofro a dor muda
do que vejo.
El@s não veem.
Não querem?
Não podem?
Muitas coisas
ouço,
Soluço.
Sei o que el@s
ouvem,
absorvem.
Quisera um
diapasão.
Engole-nos a
refração.
El@s e eu
Distanciando-nos
sem palavras.
Dedicado @s amig@as cujo afeto me é
caro, mas não compartilhamos a mesma visão de mundo.

Maravilhoso !
ResponderExcluirPerfeito, palavras e im@gens.
ResponderExcluirContundente, Maria Rosa, ao encontro dos nossos sentimentos em tentativas de entender, e do silêncio de dor daí resultante - a consciência do amor que sentimos por certas pessoas e da distância cordial (de coração mesmo) entre os mundos que queremos ver manifestos.
ResponderExcluirNo educandário da vida as palavras só se perdem quando o leitor não as quer por perto. Belo poema. Abraço J.Batista
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